quinta-feira, 1 de março de 2007

Pensamentos ao vento

É no silencio que te descobres, no intervalo entre o quebrar das ondas. É nesse espaço que olhas para o que tens diante de ti e sentes a paixão. Segundos depois, atiras-te de cabeça para aquela que pode ser a tua melhor onda, segundos depois já não te lembras, mas ainda sentes, e sabes que é ali que pertences, que é ali que queres estar.
Aqui escrevo pensamentos
que poderia jogar ao vento,
sobre este amor,
sobre este momento.
É no silêncio, apenas cortado pelo toque suave da prancha na água, que te sentes vivo, que te completas, nesse lugar perfeito que eu e tu conhecemos, onde mais nada existe, que é teu, só teu. Se ainda achas que o amor é utópico, diz-me lá como conseguirias entrar neste lugar secreto... que eu e tu conhecemos?

1 comentário:

carla vidal disse...

"Quando estou sentada à porta de uma taberna,
Eu,a deusa
sou prostituta, mãe, esposa, divindade,
Sou o que chamam Vida
Embora vocês chamem Morte.
Sou o que chamam Lei
Embora vocês chamem Marginal.
Eu sou o que buscam
E aquilo que conseguiram,
Eu sou aquilo que espalharam
E agora recolhem os meus pedaços."