sábado, 3 de fevereiro de 2007

O nosso quintal

No meu quintal
Onde as almas desaparecem
Onde o verde acaba e o azul domina
Tudo se torna claro como a àgua
A vida é transparente
Ès verdadeiro, sem tretas, sem evasões
És honesto, não existe em ti máscara
Amas, choras, ganhas e perdes
No meu quintal que é o teu e o dele
Onde as almas desaparecem, as outras
Ficamos nós, eu e tu.

2 comentários:

Psyche disse...

infelizmente nem todos encaram dessa forma o "teu quintal". mas o k interessa és tu, e cm te sentes nele. tu mesmo. sem tretas. bjo

Pedro de Oliveira disse...

No meu quintal não há espaço para o "todos" nem para o "outro". apenas para "nós", e "nós" sabemos quem somos. Nomes servem para chamar quem não conhecemos. O que interessa somos "Nós", pois "Eu" não estou completo sem "Tu". No meu quintal existe a tribo, neste mundo que roda à sua propria velocidade.